quinta-feira, 21 de maio de 2015

José Inácio, uma figura muito querida nos canteiros da Av. Prudente de Morais

 

 

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terça-feira, 19 de maio de 2015

Coroação de Maria, Nossa Boa Mãe!

 

 

Venha participar com sua família deste momento de fé!

Preparamos uma linda camiseta para você! Faça sua reserva até o dia 22/05, sexta-feira, na “Sport Mais” do Colégio Marista.

 

 

 

 

 

 

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terça-feira, 19 de maio de 2015

Balada Bar fecha parceria com chef Alexandre Gurgel

 

Procurando inovar para oferecer a sua clientela um cardápio variado, com novas opções de petiscos, aliado a um atendimento de qualidade, o Balada Bar investe e passa a contar com a consultoria do chef de cozinha Alexandre Gurgel.

 

 Alexandre vem realizando com frequência oficinas gastronômicas no Rio de Janeiro, ensinando aos cariocas as delícias da culinária nordestinas. Ele pretende dar uma repaginada no cardápio da casa, focado em petiscos de boteco, que promete agradar os mais variados paladares.

 

"É com grande satisfação que estou iniciando esta consultoria para o Balada Bar, na qual espero alcançar o nosso maior objetivo: satisfazer o paladar dos clientes com o novo cardápio que estamos criando. Só posso dizer que vem coisa boa por aí", diz Alexandre Gurgel.

 

E as inovações não param por aí. Em breve, o Balada Bar estará abrindo uma nova casa no mais charmoso bairro da cidade. O Balada Bar Petrópolis (localizado na antiga instalação do Shock Bar), vem com uma proposta de oferecer mais uma opção de lazer e entretenimento, prezando pela política da boa vizinhança.

 

 

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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Livro resgata sabedoria popular dos ditados

 

   O gosto pela cultura popular levou a médica Helenita Monte de Hollanda a dedica r 20 anos na coleta de material em viagens pelo Brasil, anotando falas, histórias e estórias, fotografando festas (religiosas e profanas) e atividades laborativas, colecionando objetos que compõe (ou compunham) a casa brasileira e suas demandas, observando e registrando hábitos e costumes. Uma parte desse material está sendo publicado agora com a segunda edição revista e ampliada do livro “Como Diz o Ditado...”, lançado pelo selo editorial da Assembleia Legislativa da Bahia.   Ela alimenta a ambição de desdobrar o seu estudo em vários volumes fazendo um passeio pelos diversos saberes que compõe a cultura brasileira: hábitos e costumes, religiosidade, superstições e crendices, cancioneiro, lendas e contos. Por enquanto os leitores vão ter que se contentar com seu trabalho sobre adágios e ditos populares. “Este livro é o resultado do meu amor pela humanidade e seus saberes, pela brasilidade e seus encantos”, diz.   A obra é composta de mais de 6.200 ditados, com análise sobre a origem de alguns dos mais interessantes. Segundo ela “a noção de que o homem se aprende no homem e não no livro, ensinada por Câmara Cascudo”, a levou ao interior do Brasil largando a especialidade em Ultrassonografia Vascular e a medicina privada para realizar um trabalho mais genuíno de recolha do que há de remanescente na Cultura Popular. No Rio Grande do Norte passou pelo Sertão, litoral e Borborema Potiguar. Na Bahia pesquisou em áreas de identidades culturais distintas: Recôncavo, Sertão, Médio São Francisco e Chapada Diamantina.   A diversidade cultural na própria família e a convivência com bisavós maternos e bisavó paterna, além do gosto pela literatura a fez constatar que a sabedoria tida por popular transita pelo erudito “de modo a não podermos identificar a sua origem: frase erudita que ganhou tom proverbial ou frase popular onde bebeu o autor erudito”. Nesse aspecto ela observa que “ a literatura oral precisa da ajuda da escrita para se manter”. O livro também expressa o desejo de ver os provérbios “mais uma vez na boca do povo”. Na pesquisa encontrou inúmeros provérbios na música e literatura. Embora tenha se arriscado a estudar a origem de alguns ditados, classifica essa busca um tanto inócua “pelo significado dos provérbios diante da subjetividade, assim como pela sua origem: sendo frutos da experiência humana, de suas vicissitudes, são por natureza universais”. A autora  foi  influenciada por Cascudo, Gumercindo Saraiva, Veríssimo de Melo, “todos conterrâneos, entre tantos outros, porém sempre e principalmente Amadeu Amaral”. Sobre o livro diz: “Não conheço maior adagiário na língua portuguesa. Tive o cuidado de compilar agrupando em uma única numeração as variações em torno do mesmo dizer, evitando construir um trabalho que fosse enganosamente extenso, conquanto repetitivo.” Entre os adágios preferidos destaca: - A amar e a rezar ninguém nos pode obrigar - A Quaresma é muito pequena para quem tem o que pagar pela - Asno que a Roma vá de lá asno voltará - Casa quantas mores, terras quantas vejas, vinhas quantas podes, dinheiro quanto contes - Cinza molhada Páscoa embrejada - Com arte e engano se vive meio ano. Com engano e arte se vive a outra parte - Deus me livre de etc de escrivão e de quiprocó de boticário.   Helenita Hollanda é médica cardiologista e ultrassonografista vascular. Potiguar de nascimento reside, atualmente, em Salvador. Dedica-se ao estudo da cultura e religiosidade populares há vinte anos. É autora dos seguintes livros: Basílicas e Capelinhas – um estudo sobre história, arte e arquitetura de 42 igrejas de Salvador (em parceria com Biaggio Talento); Ad Lucem Versus – O luminoso destino de um homem (uma biografia do servo de Deus Padre Monte) e Com a graça de Deus. Em pré edição,  lançou,  em parceria com Dom Nivaldo Monte, O Regalo da Luz. Colabora regularmente com crônicas para a coluna Literatura do site Bahianotícias.

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sábado, 16 de maio de 2015

Kombi é transformada em limusine nos EUA

 

 

Espichado para medir 7,50m de comprimento, modelo artesanal foi construído a partir de cinco carros

 

Alugar limusines estranhas para eventos especiais não é moda só no Brasil. Nos Estados Unidos, uma empresa está oferecendo passeios em uma "Kombi limusine".

Essa criação artesanal foi batizada de Fiona em referência à princesa verde do desenho animado "Shrek". Para a construção, foram usadas peças de quatro Kombis e mais uma capota de Fusca. O comprimento total passou de 4,50m para 7,50m.

Segundo os proprietários, da empresa DubBus, o interior é bem arejado, já que todas as janelas laterais são de correr e podem ser abertas. Como não há ar-condicionado, os donos desaconselham o uso do veículo em dias com temperaturas acima de 35°C ou durante tempestades.

O motor é o VW refrigerado a ar original, mas a parte traseira foi trucada para aguentar o peso extra. A lotação é de 12 passageiros, que vão acomodados confortavelmente. Como o teto é alto, pode-se ficar em pé sem bater o cocuruto.

Foi na década de 90 que esta Kombi virou uma lagarta gigante de seis rodas. Na época, era chamada de Vista Liner e servia como padaria móvel em Washington. O negócio não prosperou e o veículo foi abandonado - suas rodas chegaram a ficar semi-enterradas no chão.

Os atuais proprietários tiveram que fazer uma restauração por dentro e por fora. No fim, pintaram a Kombi espichada de verde e branco. Hoje, o modelo é alugado para passeios por Black Hills, uma região montanhosa no estado de Dakota do Sul. Também leva gente em tours de degustação de vinho - tem até uma licença especial que permite aos passageiros tomarem bebidas alcoólicas a bordo.

 

 

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